O meu foi o quinto ou sexto a ser lido. Claro que ele tem a minha cara: 'expositivo', escrito na primeira pessoa, engraçadinho, informal. É assim que sei escrever, e como era a minha opinião que estava em questão, achei que essa seria a melhor forma de me expressar.
Admito que não sou nada boa em receber críticas, mas naquele momento estava aberta a tudo, ou quase tudo, como percebi mais tarde.
O professor criticou o formato "blogg de ser" do meu texto, e ainda debochou "Querido diário, hoje acordei me sentindo bem..." Aff!! Ele argumenta que não basta dar opinião, tem que conter informação.
Olha, mal comparando (afinal, sou humilde), mas Paulo SantAna, Carpinejar, Martha Medeiros, por exemplo, também não dão muita informação em suas colunas, mas opinam bastante sobre diversos assuntos, muitas vezes, assuntos de cunho pessoal.
Custei a dormir naquela noite, pois há anos venho me esforçando para pensar "fora da caixinha", ou seja, tento ao máximo enxergar além, imaginar que tudo é possível, não ser tão engessada; porém, meu professor insistiu em me mostrar que a comunicação deve seguir um padrão.
Mas, uma vez fora da caxinha, é muito difícil voltar.
Vou ficar do lado de fora mesmo e, enquanto isso, eu tento tirar o profi de lá!!

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