quinta-feira, 31 de março de 2011

Chão, chão, chão

Gostaria muito de entender o que tantas pessoas tem contra pagode e sertanejo. 'Gosto musical' eu entendo e respeito, afinal, também tenho o meu.; agora, preconceito musical, me incomoda, e muito!

Dia desses tive acesso à crônica "Depoimento emocionado de Luis Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas". O texto é muito legal, divertido e bem escrito... mas meu professor de Literatura, que trouxe o texto, o utilizou de forma preconceituosa.

Existe sim, muito pagode ruim, mas também já ouvi muita MPB que é lixo, na minha opinião!


Música, pra mim, tem o princípio básico de provocar emoções. Me sinto muito feliz quando ouço um pagodinho . É o tipo de coisa que anima meu dia, me faz sorrir. Funk?Adooooro uma baixaria!! Coisa boa dançar até o chão, rir, balançar o cabelão!! Música, com conteúdo ou não, deve causar reação.

Se algumas pessoas se sentem mal ao ouvir isso, ok; mas não venha me dizer que eu estou errada em gostar 'de um tudo'!


domingo, 27 de março de 2011

Caixinha

A primeira tarefa do primeiro dia de aula do curso de jornalismo foi escrever sobre o tema " O que é jornalismo". O professor, que é jornalista, não queria um texto fruto de pesquisa, e sim, aquilo que saísse da nossa cabeça, nossa opinião. Pois bem, eis que ficamos sabendo que esses textos serão lidos durante o semestre para que possamos analisar as diversas formas de escrita.

O meu foi o quinto ou sexto a ser lido. Claro que ele tem a minha cara: 'expositivo', escrito na primeira pessoa, engraçadinho, informal. É assim que sei escrever, e como era a minha opinião que estava em questão, achei que essa seria a melhor forma de me expressar.

Admito que não sou nada boa em receber críticas, mas naquele momento estava aberta a tudo, ou quase tudo, como percebi mais tarde.

O professor criticou o formato "blogg de ser" do meu texto, e ainda debochou "Querido diário, hoje acordei me sentindo bem..." Aff!! Ele argumenta que não basta dar opinião, tem que conter informação.

Olha, mal comparando (afinal, sou humilde), mas Paulo SantAna, Carpinejar, Martha Medeiros, por exemplo, também não dão muita informação em suas colunas, mas opinam bastante sobre diversos assuntos, muitas vezes, assuntos de cunho pessoal.

Custei a dormir naquela noite, pois há anos venho me esforçando para pensar "fora da caixinha", ou seja, tento ao máximo enxergar além, imaginar que tudo é possível, não ser tão engessada; porém, meu professor insistiu em me mostrar que a comunicação deve seguir um padrão.

Mas, uma vez fora da caxinha, é muito difícil voltar.

Vou ficar do lado de fora mesmo e, enquanto isso, eu tento tirar o profi de lá!!

terça-feira, 22 de março de 2011

Meu nome é "Valeska" e o apelido é "Quero Dá"

O idéia inicial deste post era falar sobre o feriado de carnaval no Forte - Uruguay e contar detalhes sobre a falta de vaso sanitário nos banheiros, a fubangagem e, principalmente, a seleção de músicas escolhida pelos campistas. Mas, passadas duas semanas e recuperada do choque inicial, resolvi focar no repertório musical e em seus autores.
Já pararam para pensar na responsabilidade que a Valesca Popozuda tem? Ela tem a obrigação de ser espetacular na cama, pois qualquer coisa menos do que uma performance extraordinária será decepcionante!
Pagodeiros e sertanejos prometem levar a mulher pro céu, dizem que vão fazer melhor do que qualquer outro, e por aí vai. Mas será que fora dos palcos eles correspondem? Será que são tão bons quanto diz a propaganda?
Nós, reles mortais, temos o fator surpresa ao nosso lado, afinal, não saímos por aí prometendo colocar fogo em tudo, e quando é bom acaba sendo ótimo!
As integrantes do grupo Gaiola das Popozudas , após o sucesso "Tô com o c* pegando fogo", nunca mais poderão negar o lado B. Pobres moças....
E não adianta me dizer que o 'artista' é diferente da 'pessoa', pois quando eles sobem no palco e seduzem os fãs com suas letras provocantes, eles querem mesmo é tirar proveito disso!
Seguindo essa linha de raciocínio, pasmem: o ex marido da Madonna, Guy Ritchie, uma vez comentou que fazer amor com a mulher era como abraçar um monte de cartilagens. Surpreendente, não?

Futuro Imaginário

O mais triste no fim de um relacionamento amoroso é a frustração de não poder viver os momentos planejados para o futuro. Seja a próxima viagem num feriadão, a festa de Bodas de Ouro, ou a simplicidade do dia-a-dia a dois.
É frustante saber que não poderá mais viver aquilo que imaginou. Abrir mão do companheiro, do amigo, do amor. Um sentimento de incompetência, por não ter conseguido manter o amor amando.
Outra consequência do fim do relacionamento é a divisão. Não de bens, mas de pessoas. Além de perder o amor, perdemos uma nova família, amigos, bichos de estimação. Abandonamos, de certo modo, além de um futuro, um passado também.
Soa dramático, não é?! Mas falo sobre o assunto com conhecimento de causa, por já tê-lo vivido algumas vezes, em menor ou maior intensidade; o que prova que sempre podemos superar a perda, e somos capazes de nos reinventar. Reinventar um futuro, planos, rotinas.
Como diria meu bom amigo Mario Quintana:
"Tão bom morrer de amor...
...E continuar vivendo."

sexta-feira, 18 de março de 2011

Segurança

Fato: um homem apaixonado vira um pato.
Fato: um homem apaixonado, no começo de um relacionamento, se mantém pato.

Fato: um homem ainda muito apaixonado, num relacionamento estável, consegue fingir (e muito bem) que não é mais pato.

Já questionei alguns homens comprometidos e apaixonados: -Por que os homens deixam de dar flores/fazer surpresas/levar pra jantar/oferecer romantismo e todas essas coisas quando já namoram há algum tempo? É por que o namoro perde a graça ou por que vocês se sentem mais seguros?

"Porque nos sentimos mais seguros e sabemos que não precisamos mais conquistar aquela mulher!"

Rá! Eu sabia!! Os patos se fortalecem com a segurança que oferecemos a eles, e passam a se sentir muito confiantes, como se nada mais precisasse ser feito!

O que nenhum "pato confiante" espera é que surja outro candidato a pato na vida de sua namorada; oferecendo flores/jantar/surpresas/romance. E no momento que isso acontece eles se assustam e voltam insegurinhos pedindo "quá quá quá".

A moça recebe o pato em seus braços e tudo volta ao normal:
Namorado Seguro = Menos Romantismo

É a natureza masculina!
Mas meninos, cá entre nós, mantenham o romantismo, o brilho no olho, os beijos apaixonados e apaixonantes. Isso sim é sinal de confiança.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Toda Mulher Inteligente
Sabe Que . . .
Quanto mais liberdade ela der a ele, mais ele se sentirá preso à ela.