“We'll be together with a roof right over our heads
We'll share the shelter of my single bed” (Is this love – Bob Marley)
Coisa linda! Como parece fácil “dividir o abrigo”.
Quando se fala em relações humanas, não existe certo e errado, apenas a relação em si e como lidamos com ela.
Mas existem alguns clássicos do cotidiano, difíceis de serem evitados!
Vejam uma estrutura familiar como a minha (1 mãe, 1 pai e 2 filhas), por exemplo. Enquanto somos crianças tudo acontece naturalmente, a hierarquia é óbvia e respeitada, mas quando as crianças crescem, passam a ser 4 adultos dividindo o mesmo teto.. aí é que a coisa muda de figura! É nesse ponto que as crianças crescidas saem de casa, ou “são saídas”. Mas nesse caso existe uma vantagem: os princípios dos moradores são basicamente os mesmos.
Num casamento a foto é a seguinte: duas criações distintas, hábitos diferentes, duas culturas, dois modos de ver a vida, e muito amor.
Quando uma amiga estava prestes a se casar, me senti na obrigação de avisá-la que os primeiros meses eram os mais difíceis, pois é quando as diferenças entram em choque. Mas ela me disse “não, ele é organizado, acostumado a cuidar da casa”. Dois meses depois ela veio me contar de uma briga enorme que tiveram sobre o lugar onde deveria ficar a lixeira da cozinha!
Parece bobo? Não é, não!
Sei disso porque quando eu juntei os trapos, a primeira grande briga foi sobre a máquina de lavar roupas... Minha filosofia eco-chata não aceita desperdiçar 100 litros de água para lavar 3 peças de roupa, mas para o marido em questão, aquilo era prática comum!
Coisa linda! Como parece fácil “dividir o abrigo”.
Quando se fala em relações humanas, não existe certo e errado, apenas a relação em si e como lidamos com ela.
Mas existem alguns clássicos do cotidiano, difíceis de serem evitados!
Vejam uma estrutura familiar como a minha (1 mãe, 1 pai e 2 filhas), por exemplo. Enquanto somos crianças tudo acontece naturalmente, a hierarquia é óbvia e respeitada, mas quando as crianças crescem, passam a ser 4 adultos dividindo o mesmo teto.. aí é que a coisa muda de figura! É nesse ponto que as crianças crescidas saem de casa, ou “são saídas”. Mas nesse caso existe uma vantagem: os princípios dos moradores são basicamente os mesmos.
Num casamento a foto é a seguinte: duas criações distintas, hábitos diferentes, duas culturas, dois modos de ver a vida, e muito amor.
Quando uma amiga estava prestes a se casar, me senti na obrigação de avisá-la que os primeiros meses eram os mais difíceis, pois é quando as diferenças entram em choque. Mas ela me disse “não, ele é organizado, acostumado a cuidar da casa”. Dois meses depois ela veio me contar de uma briga enorme que tiveram sobre o lugar onde deveria ficar a lixeira da cozinha!
Parece bobo? Não é, não!
Sei disso porque quando eu juntei os trapos, a primeira grande briga foi sobre a máquina de lavar roupas... Minha filosofia eco-chata não aceita desperdiçar 100 litros de água para lavar 3 peças de roupa, mas para o marido em questão, aquilo era prática comum!
Quem, antes de casar, pergunta ao noivo “Meu bem, como tu costuma lidar com a máquina de lavar? Vamos ver se combinamos nisso!”. No one!!! E é aí que mora o perigo!
Educação dos filhos, ter ou não pets, divisão de tarefas, tempero da comida, contas a pagar, decoração da casa. Aff!
Eu já tive a minha cota, mas, como disse o poeta “I wanna love you and treat you right”.

